quinta-feira, 13 de junho de 2013

O presidente da FENAM, Geraldo Ferreira Filho, participa nesta terça-feira (11) de audiência pública realizada pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados para discutir a possível contratação de médicos estrangeiros para atuar no Brasil mesmo sem terem prestado o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Universidades Estrangeiras. O debate será às 14h30, no Plenário 10. A entidade é contra a possível medida. O Ministério da Saúde anunciou a proposta no início do ano, sob a alegação de que os profissionais formados no Brasil deixam grandes lacunas em instituições localizadas no interior e em regiões mais pobres, que não contam com infraestrutura de ponta e que não teriam salários considerados atrativos por eles. Um dos deputados que apresentaram requerimentos para a realização do debate, Celso Jacob (PMDB-RJ), entende que não se pode deixar de levar em conta o lado dos profissionais brasileiros "que lutam ao longo de todo o curso para ter seu diploma" e atuar onde quiserem . "O ministério talvez tenha dados que a maioria da população de estudantes de Medicina não tenha, tanto que a contrariedade desses estudantes frente à possibilidade de ver seus futuros empregos sendo ocupados por estrangeiros é gigantesca", afirma Jacob. Na opinião do deputado, outro aspecto importante a ser considerado na discussão é a grade curricular que esses profissionais que viriam trabalhar no Brasil cumpriram em seus países, "suas realidades e o embasamento de sua formação". Ele afirma que esses aspectos trazem "preocupação a esta comissão, que tanto tem lutado para que o ensino superior do Brasil seja aprimorado a cada dia, não podendo apenas cruzar os braços e ver seus estudantes de Medicina serem usurpados no direito do exercício de seu aprendizado". Convidados Também foram convidados para o debate o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luiz D'Ávila e o presidente da Associação Médica Brasileira, Florentino Cardoso. Vinícius Veloso Paulino, do Centro Acadêmico da Escola Superior de Ciências da Saúde; Felipe Rodrigues Bezerra, do Centro Acadêmico da Universidade Católica de Brasília; Elza Ferreira Noronha, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB); Danilo Aquino Amorim, discente da Faculdade de Medicina da UnB; Karlos Jennysson Soares, do Centro Acadêmico da Faculdade de Medicina do Planalto Central; Jorge Rodrigo Araújo Messias, da secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação; e Mozart Sales Trabalho, do Ministério da Saúde. Fonte : Agência Câmara, com alterações

O presidente da FENAM, Geraldo Ferreira Filho, participa nesta terça-feira (11) de audiência pública realizada pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados para discutir a possível contratação de médicos estrangeiros para atuar no Brasil mesmo sem terem prestado o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Universidades Estrangeiras. O debate será às 14h30, no Plenário 10. A entidade é contra a possível medida. O Ministério da Saúde anunciou a proposta no início do ano, sob a alegação de que os profissionais formados no Brasil deixam grandes lacunas em instituições localizadas no interior e em regiões mais pobres, que não contam com infraestrutura de ponta e que não teriam salários considerados atrativos por eles. Um dos deputados que apresentaram requerimentos para a realização do debate, Celso Jacob (PMDB-RJ), entende que não se pode deixar de levar em conta o lado dos profissionais brasileiros "que lutam ao longo de todo o curso para ter seu diploma" e atuar onde quiserem . "O ministério talvez tenha dados que a maioria da população de estudantes de Medicina não tenha, tanto que a contrariedade desses estudantes frente à possibilidade de ver seus futuros empregos sendo ocupados por estrangeiros é gigantesca", afirma Jacob. Na opinião do deputado, outro aspecto importante a ser considerado na discussão é a grade curricular que esses profissionais que viriam trabalhar no Brasil cumpriram em seus países, "suas realidades e o embasamento de sua formação". Ele afirma que esses aspectos trazem "preocupação a esta comissão, que tanto tem lutado para que o ensino superior do Brasil seja aprimorado a cada dia, não podendo apenas cruzar os braços e ver seus estudantes de Medicina serem usurpados no direito do exercício de seu aprendizado". Convidados Também foram convidados para o debate o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luiz D'Ávila e o presidente da Associação Médica Brasileira, Florentino Cardoso. Vinícius Veloso Paulino, do Centro Acadêmico da Escola Superior de Ciências da Saúde; Felipe Rodrigues Bezerra, do Centro Acadêmico da Universidade Católica de Brasília; Elza Ferreira Noronha, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB); Danilo Aquino Amorim, discente da Faculdade de Medicina da UnB; Karlos Jennysson Soares, do Centro Acadêmico da Faculdade de Medicina do Planalto Central; Jorge Rodrigo Araújo Messias, da secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação; e Mozart Sales Trabalho, do Ministério da Saúde. Fonte : Agência Câmara, com alterações

Nenhum comentário:

Postar um comentário