terça-feira, 21 de janeiro de 2014

AOS MÉDICOS PROFISSIONAIS LIBERAIS CONTRIBUIÇÃO PATRONAL INDEVIDA

AOS MÉDICOS PROFISSIONAIS LIBERAIS CONTRIBUIÇÃO PATRONAL INDEVIDA Muitos Médicos, profissionais liberais, estão sendo surpreendido com uma guia para pagamento de contribuição sindical patronal (vencimento em janeiro de 2014) destinada ao sindicato patronal da saúde (Sindicato dos Estabelecimentos de Serviço de Saúde do Estado da Paraíba), provavelmente por desatualização cadastral. Consultamos nossa assessoria jurídica, que orientou no sentido de que a mencionada contribuição revela-se indevida. Primeiro porque os referido profissionais Médicos não integram a categoria de Estabelecimento de Saúde patronal, posto que exercem apenas suas atividades como Médicos, autônomos, e para isto precisam ter um pequeno consultório, no entanto a atividade prevalecente é de Médico, pelo que devem contribuir para este Sindicato, Sindicato dos Médicos do Estado da Paraíba, sindicato de sua categoria profissional, e não para aquele que detém a representação da categoria econômica. Em segundo lugar, ainda que exerça de atividade em seu consultório, não é devia a contribuição patronal, por tratar-se de pequeno estabelecimento, que detém isenção tributária, na forma da legislação de regência, aplicável às pequenas empresas, conforma decisão do Supremo Tribunal Federal, a abaixo transcrita. Deste modo, já solicitamos ao Sindicato patronal que cancele a cobrança, dando baixa nos eventuais cadastros e/ou registros, pois muitos médicos, ao receberem a cobrança patronal, se confundem e pagam o boleto, ao invés de pagarem o boleto do SIMED/PB., que é o correto. João Pessoa, 17 de janeiro de 2014. TARCISIO CAMPOS SARAIVA DE ANDRADE – PRESIDENTE Veja a decisão do Supremo Tribunal Federal - STF ADI N. 4.033-DF RELATOR: MIN. JOAQUIM BARBOSA EMENTA: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL. ISENÇÃO CONCEDIDA ÀS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE. SIMPLES NACIONAL (“SUPERSIMPLES”). LEI COMPLEMENTAR 123/2006, ART. 13, § 3º. ALEGADA VIOLAÇÃO DOS ARTS. 3º, III, 5º, CAPUT, 8º, IV, 146, III, D, E 150, § 6º DA CONSTITUIÇÃO. 1. Ação direta de inconstitucionalidade ajuizada contra o art. 13, § 3º da LC 123/2006, que isentou as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional (“Supersimples”). 2. Rejeitada a alegação de violação da reserva de lei específica para dispor sobre isenção (art. 150, § 6º da Constituição), uma vez que há pertinência temática entre o benefício fiscal e a instituição de regime diferenciado de tributação. Ademais, ficou comprovado que o Congresso Nacional não ignorou a existência da norma de isenção durante o processo legislativo. 3. A isenção concedida não viola o art. 146, III, d, da Constituição, pois a lista de tributos prevista no texto legal que define o campo de reserva da lei complementar é exemplificativa e não taxativa. Leitura do art. 146, III, d, juntamente com o art. 170, IX da Constituição. 3.1. O fomento da micro e da pequena empresa foi elevado à condição de princípio constitucional, de modo a orientar todos os entes federados a conferir tratamento favorecido aos empreendedores que contam com menos recursos para fazer frente à concorrência. Por tal motivo, a literalidade da complexa legislação tributária deve ceder à interpretação mais adequada e harmônica com a finalidade de assegurar equivalência de condições para as empresas de menor porte. 4. Risco à autonomia sindical afastado, na medida em que o benefício em exame poderá tanto elevar o número de empresas a patamar superior ao da faixa de isenção quanto fomentar a atividade econômica e o consumo para as empresas de médio ou de grande porte, ao incentivar a regularização de empreendimentos. 5. Não há violação da isonomia ou da igualdade, uma vez que não ficou demonstrada a inexistência de diferenciação relevante entre os sindicatos patronais e os sindicatos de representação de trabalhadores, no que se refere ao potencial das fontes de custeio. 6. Ação direta de inconstitucionalidade conhecida, mas julgada improcedente.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

A terceirização da saúde e o caos nas emergências médicas

O Blog publica o artigo do leitor, o médido Márco Valério Gomes Batista, que bem delineia o quadro de penúria existente nos serviços de emergência hospitalar, com “desumanas jornadas e criminosas escalas de plantão nas UTIs… as cenas são repetitivas, chocantes que se espalham pelo Brasil afora… Esse é o raio X das emergências brasileiras”. Valério também se associa ao pensamento do procurador federal Eduardo Varandas (Trabalho), em sua cruzada contra a terceirização dos serviços médicos e hospitalares. E, pra não deixar dúvidas, pontua: “Persistiremos denunciando no combate contras a entrega da saúde, bem maior da população às organizações sociais, Oscips, ONGs e etc.” Segue o artigo na íntegra: “As cenas são repetitivas, desumanas, chocantes que se espalham Brasil a fora. Vários pacientes em estado gravíssimo, poucos profissionais, poucos recursos. Esse é o raio X das emergências brasileiras. Em recente Congresso da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), em comemoração aos seus quarenta anos, ocorrido nos dias 28 a 30 de novembro, foi aprovada a Carta do Rio de Janeiro, um conjunto de objetivos a serem colocados em prática por todos os sindicatos brasileiros. Cito alguns dos vários itens dela relacionados ao tema: “Prosseguiremos repudiando a superlotação das emergências médicas brasileiras, termômetro de toda deficiência da saúde brasileira;” “Reiteramos o incondicional apoio à investigação do Ministério Público do Trabalho (MPT) da ilegal e inaceitável terceirização, bem como das desumanas jornadas e criminosas escalas de plantão nas UTIs, emergências dos serviços hospitalares e unidades de pronto atendimento de todo o Brasil;” “Persistiremos denunciando no combate contra a entrega da saúde, bem maior da população, às Organizações Sociais, OSCIP, ONG e etc.;” “Continuaremos na execução de ações em defesa de melhores condições de trabalho na saúde, realizando denúncias nos órgãos nacionais e internacionais de fiscalização e proteção dos Direitos Humanos.” “Prosseguiremos repudiando a política de privatização do Estado e do Sistema Único de Saúde (SUS);” Bem, o problema existe. As emergências são consideradas termômetro de toda deficiência da saúde do Brasil, pois ali está a comprovação de toda falha no sistema desde o atendimento inicial e acompanhamento na saúde básica. No começo de novembro, deste ano, o Conselho Federal de Medicina (CFM) lançou um “check list” para avaliar e fiscalizar os postos de saúde do Brasil, definindo a relação de equipamentos e de infraestrutura mínimos para o funcionamento destes estabelecimentos públicos e privados. Será que não se poderia fazer algo parecido para as emergências? Já estamos lutando por mais verbas para saúde. Viva! Já estamos correndo para que se cumpra os nossos direitos trabalhistas. Viva! Já estamos lutando para se tornar corrupção na saúde em crime hediondo. Viva! Mas enquanto estamos só esperando, deparamo-nos com uma palavra: morte. Aproveito o espaço, para propor que se estabeleça como medida prática a implantação da Resolução CREMERS No 007/2011, através do CFM para todo o Brasil, a qual dispõe sobre a relação do número de pacientes que devem ser atendidos por médicos nas áreas de emergência e urgência, conforme classificação de risco. Tal resolução atribui a classificação de risco para os pacientes (alto risco de morte – classificados como vermelho e laranja; baixo risco de morte, classificados como amarelo, verde e azul), estabelece também a quantidade de pacientes a serem atendidos por cada médico a depender da classificação de risco supracitada, assim como designa a competência ao Diretor Técnico e ao Diretor Clínico do Hospital a formação de equipes para tais atendimentos. Essa resolução também estabelece outras determinações: “Artigo 4o: O Diretor Técnico é o responsável por adequar o número de médicos e os meios de trabalho em consonância com os dispositivos desta Resolução, principalmente nas situações de aumento de demanda de pacientes e superlotação de leitos hospitalares.” Enquanto isso, vamos esperando que haja soluções efetivas por parte de nossos gestores e de nossas autoridades para todos os problemas enfrentados nas emergências médicas brasileiras, para o bem dos pacientes, profissionais, enfim, para o bem de toda a sociedade. Marco Valério Gomes Batista Gonçalves (CRM-PB: 5900).” Fonte: http://www.jornaldaparaiba.com.br/heldermoura/a-terceirizacao-da-saude-e-o-caos-nas-emergencias-medicas/

COLUNA JORNAL CORREIO DIA 29/12/13 e DIA 05/01/14

Reflexões de 2013 e um Feliz Ano Novo! É com uma sensação de frustração mas dever cumprido que nos despedimos de 2013, já que para categoria médica não foi um ano muito feliz: tivemos a manutenção pelo Congresso Nacional os vetos da presidente Dilma Rousseff ao projeto que regulamenta a nossa profissão; recebemos ao invés de uma carreira de estado para categoria um medida provisórias "mais médicos" que acabou se transformando em Lei onde com a pseudo justificativa de falta de médico, o governo ficou autorizado a trazer médicos estrangeiros sem a devida revalidação dos seus diplomas. O médico brasileiro não teve o merecido respeito dos governantes, fomos expostos como sendo os culpados por um sistema de saúde sub financiado e mal gerenciado. A população muitas vezes foi levada a pensar que o problema da falta de saúde irá se resolver com a presença do médico. Entendemos que existem lugares que ainda não existem médicos, mas pior do que a falta de médicos é a falta de mínima estrutura e condições de tra falta de vínculos legais que garantam estabilidade, falta de concursos públicos com salários dignos, falta de equipes multiprofissionais, portanto, ou se criam as condições para realizar uma assistência a saúde com qualidade, ou a crise na saúde só tem a aumentar. É ignorante quem pensa que a atenção primaria pode ser pensada ou estar dissociada da atenção secundaria e terciária, a prevenção é o inicio do enfrentamento do processo saúde/ doença. Mas cada vez mais as doenças estão se tornando crônicas e determinada em consequência de problemas relacionada a violência e principalmente as "drogas". Então, educação e saúde devem ser prioridades para os governantes e sempre cobradas pela sociedade. Por fim, apesar de todo horizonte nebuloso que assola a saúde Brasileira, nós médicos temos um papel fundamental para aliviar a dor dos que procuram nossos consultórios, ambulatórios e principalmente as urgências. Nós médicos os verdadeiros médicos devemos continuar atendendo nossos pacientes com carinho e respeito, porque não são eles os culpados pelas dificuldades que nossa categoria passou em 2013, e que já vem passando há anos. Para 2014, devemos estar preparados para enfrentar os desafios que com certeza virão, o SIMED/PB estará sempre pronto para defender uma saúde de qualidade para população. Desejamos uma feliz passagem de ano para todos os médicos e medicas extensivas a seus familiares e em especial aos nossos pacientes que são a verdadeira essência da existência da nossa profissão. Tarcísio Campos Presidente do SIMEDPB AS EMERGÊNCIAS MÉDICAS BRASILEIRAS As cenas são repetitivas, desumanas, chocantes que se espalham Brasil a fora. Vários pacientes em estado gravíssimo, poucos profissionais, poucos recursos. Esse é o raio X das emergências brasileiras. "Prosseguiremos repudiando a superlotação das emergências médicas brasileiras, termômetro de toda deficiência da saúde brasileira;" “Reiteramos o incondicional apoio à investigação do Ministério Público do Trabalho (MPT) da ilegal e inaceitável terceirização, bem como das desumanas jornadas e criminosas escalas de plantão nas UTIs, emergências dos serviços hospitalares e unidades de pronto atendimento de todo o Brasil;” “Persistiremos denunciando no combate contra a entrega da saúde, bem maior da população, às Organizações Sociais, OSCIP, ONG e etc.;” "Continuaremos na execução de ações em defesa de melhores condições de trabalho na saúde, realizando denúncias nos órgãos nacionais e internacionais de fiscalização e proteção dos Direitos Humanos." "Prosseguiremos repudiando a política de privatização do Estado e do Sistema Único de Saúde (SUS);" Bem, o problema existe. As emergências são consideradas termômetro de toda deficiência da saúde do Brasil, pois ali está a comprovação de toda falha no sistema desde o atendimento inicial e acompanhamento na saúde básica. No começo de novembro, deste ano, o Conselho Federal de Medicina (CFM) lançou um "checklist" para avaliar e fiscalizar os postos de saúde do Brasil, definindo a relação de equipamentos e de infraestrutura mínimos para o funcionamento destes estabelecimentos públicos e privados. Será que não se poderia fazer algo parecido para as emergências? Aproveito o espaço, para propor que se estabeleça como medida prática a implantação da Resolução CREMERS No 007/2011. "Tal resolução atribui a classificação de risco para os pacientes (ALTO RISCO DE MORTE classificados como vermelho e laranja; BAIXO RISCO DE MORTE, classificados como amarelo, verde e azul), estabelece também a quantidade de pacientes a serem atendidos por cada médico a depender da classificação de risco supracitada, assim como designa a competência ao Diretor Técnico e ao Diretor Clínico do Hospital a formação de equipes para tais atendimentos. Essa resolução também estabelece outras determinações:" "Artigo 4o: O Diretor Técnico é o responsável por adequar o número de médicos e os meios de trabalho em consonância com os dispositivos desta Resolução, principalmente nas situações de aumento de demanda de pacientes e superlotação de leitos hospitalares." Enquanto isso, vamos esperando que haja soluções efetivas por parte de nossos gestores e de nossas autoridades para todos os problemas enfrentados nas emergências médicas brasileiras, para o bem dos pacientes, profissionais, enfim, para o bem de toda a sociedade. Dr. Marco Valério Gomes Batista Gonçalves (CRM-PB: 5900)

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

CARTA DA COORDENAÇÃO DO FÓRUM DOS SERVIDORES

Os servidores estaduais da Paraíba continuaram em 2013, enfrentando os constantes ataques do governo Ricardo Coutinho, os quais começaram desde o primeiro dia da nefasta gestão. Não devemos esquecer as milhares demissões de prestadores de serviço, alguns com mais de quinze anos de serviços prestados ao Estado; a Medida Provisória que anulou todos os atos do governo anterior no período de 1° de julho a 31 de dezembro de 2010; a edição de 13 MPs em menos dos 100 primeiros dias da gestão. Os servidores públicos, aos primeiros sinais de desmonte da estrutura administrativa do Estado, implicando na impossibilidade de prestação de serviços públicos de qualidade, tentaram estabelecer a abertura de diálogo para solução dos problemas. O governo já caminha para seu último ano e o diálogo nunca existiu. Esse governo que se caracteriza, entre inúmeros outros pontos negativos, pela desobediência contumaz às leis prejudicou todas as categorias de servidores públicos. Em 2011 não houve reajuste para os servidores e nos anos seguintes predominou o já famoso 3%, o que é praticamente a metade da inflação no período. Em qualquer setor da atividade pública na Paraíba o quadro é de completa destruição e abandono. Não temos espaço para comentar, nem sequer listar, os prejuízos causados por esse malfadado governo. Entretanto, para espanto de todos, o que dizer de um governo que foi capaz de fechar mais de 230 escolas, mais de 30 delegacias na Capital, 23 Coletorias e Agências do Fisco, terceirizou a saúde, etc? Os servidores sabem que não podem esperar nada de bom do atual governo, quer para os serviços públicos, quer para os próprios servidores e continuarão com elevado espírito públicos, sua luta para a reconstrução da Paraíba. Finalmente, tudo que podemos desejar para o próximo ano é que tenhamos saúde para que, ao final de 2014, possamos proclamar: FELIZ 2015.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

NOTA OFICIAL DO SIMED-PB SOBRE O CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DA FENAM

NOTA OFICIAL DO SIMED-PB SOBRE O CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DA FENAM “CHARLES DAMIAN” UM CONGRESSO QUE JÁ INICIOU FRACASSADO! Aos médicos e médicas do Estado da Paraíba e aos que interessarem. Os delegados eleitos e a diretoria do Sindicato dos Médicos do Estado da Paraíba -SIMED/PB Gestão “Avançando com unidade na valorização da medicina” participando do Congresso Extraordinário “Charles Damian” da Federação Nacional dos Médicos (Federação Nacional dos Médicos - FENAM), realizado nos dias 29 e 30 de novembro, no Rio de Janeiro, vem a publico denunciar o fracasso que foi o referido congresso. Como consequência decidimos: 1- Nos posicionarmos politicamente contrários à manobra desleal do presidente da FENAM e parte da sua diretoria que, embora minoritária junto com sindicatos que se encontram em situações de filiação “duvidosa”, convocasse um congresso às pressas, sem legitimidade, com intuito apenas de tentar prorrogar seus mandatos, contrariando inclusive a decisão da maioria da diretoria executiva; 2- Aprovar uma moção de REPÚDI, à atitude do presidente da FENAM Sr. Dr. Geraldo Ferreira Filho, quando não permitiu, agindo de forma autoritária, que fosse feita qualquer votação, nem na reunião da diretoria executiva dia 29 de dezembro 2013 e muito menos no dia 30 de dezembro 2013, durante o congresso extraordinário da FENAM. Adotando conduta arbitrária, impediu que os requerimentos de impugnação de delegados “fantasmas”, inscritos ilegalmente, fossem sequer votados pela plenária de delegados; 3- Reiterar a decisão da diretoria do SIMED/PB de ser contra a tentativa de prorrogar o mandato da atual diretoria da FENAM para atender apenas interesses particulares. Portanto, não reconhecemos a realização e supostas deliberações do congresso extraordinário da FENAM “Charles Damian”, as quais sequer foram votadas, por entender que o presidente usou de autoritarismo e atos fascistas, protegido por seguranças possivelmente pagos com dinheiro dos médicos para tentar se perpetuar no poder; 4- Aprovar uma moção de desagravo ao secretario geral da FENAM, Dr. João Batista, vítima da atitude do presidente da FENAM Sr.Dr. Geraldo Ferreira Filho, impedindo que o referido secretário geral exercesse suas funções, inclusive de lavrar a ata do referido congresso fracassado. Por fim, o SIMED/PB denuncia a todos que a forma antidemocrática e autoritária do presidente da FENAM Sr. Dr. Geraldo Ferreira Filho em conduzir a nossa entidade, pondo, inclusive, em risco a unidade e autonomia do movimento sindical, e contrariando o espírito democrático da nossa Federação, externado quando não respeitou a decisão do Conselho deliberativo de Maio/2013 realizado na cidade de Natal/RN, que por franca maioria decidiu pela NÃO realização do congresso extraordinário, infringindo também o nosso estatuto, pois o mesmo estava impedido de conduzir o congresso. E agora, á seu bel prazer alterou a data do novo conselho deliberativo, já marcado e com edital lançado para dia 04 de Dezembro em São Paulo/SP, faltando apenas cinco dias alterou para dia 19 de dezembro em Natal/RN. Interpretado como uma atitude “manobrista” e “oportunista” de tentar inviabilizar a participação de vários membros da diretoria executiva e de sindicatos. Portanto temos um congresso que começou e terminou fracassado, não sendo digno do nosso reconhecimento e acatamento. DIRETORIA DO SIMED/PB JOÃO PESSOA 10 DE DEZEMBRO DE 2012

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

COLUNA JORNAL CORREIO DIA 01 DE DEZEMBRO 2013

CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO CHARLES DAMIAN 40 ANOS DA FENAM O Congresso Extraordinário Charles Damian em comemoração aos 40 anos da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) começou na quinta-feira (28) e seguiu até o sábado, no Rio de Janeiro. Além de celebrar a data, o evento teve o objetivo de analisar a conjuntura nacional onde a medicina e a saúde estão inseridas para encaminhar novos rumos ao movimento médico sindical. Participaram aproximadamente 150 pessoas, entre delegados e convidados de todo o Brasil. A delegação do Sindicato dos Médicos do Estado da Paraíba, foi composta por seus diretores e delegados junto a FENAM, Dr. Tarcísio Campos, Dr. Antônio de Pádua, Dr. Marco Valério, Dr. Aristávora Fernandes, Dra. Rozevânia Rimá e Dra. Maria das Neves Gueges. 40 ANOS DA FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS A fenam foi criada em 1973, quando seis dirigentes sindicais, liderados pelo Dr. Charles Damian, tornaram realidade o ideal de um pequeno grupo de médicos. iniciava ali, a união da categoria em torno das conquistas que se faziam necessárias na defesa de seus interesses. Hoje, 40 anos depois, a entidade conta com 53 sindicatos filiados e sua sede está na capital do país. representando os 400 mil médicos brasileiros, suas principais bandeiras de luta são: • desprecarização do trabalho médico; • médicos federais: recuperação da gratificação de desempenho (gdm); • regulamentação correta da medicina; • piso Fenam; • planos de cargos, carreiras e vencimento – PCCV; • ensino de qualidade na medicina; • exame nacional de revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de educação superior estrangeiras - Revalida; • não à abertura indiscriminada de escolas de medicina; • assistência digna na saúde pública brasileira; • 10% da rec. COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA CÂMARA APONTA SITUAÇÃO CAÓTICA NOS HOSPITAIS DE EMERGÊNCIA DO PAÍS Pacientes internados em macas pelos corredores ou em colchões sobre o chão, hospitais públicos lotadas, banheiros sujos. Esse quadro, que não é novo, casos que se assemelham aos de uma enfermaria de guerra. Este é o panorama dos principais hospitais públicos de urgência e emergência visitados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), numa ação desenvolvida com a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM/CD). O relatório preliminar das visitas foi apresentado durante o seminário “O Caos no Atendimento de Urgência e Emergência no Brasil”, é preciso que o Executivo Federal acate imediatamente as recomendações elencadas no relatório parcial, não apenas no que diz respeito à infraestrutura e financiamento, mas, principalmente aquelas relacionadas à remuneração dos prestadores de serviços e valorização dos profissionais. É preciso enfrentar a questão de recursos humanos para emergências, promovendo a formação adequada em programas específicos de residência médica e a criação de planos de carreira no Sistema Único de Saúde (SUS), além de privilegiar o concurso público e a contratação pelo regime estatutário, garantindo os adicionais de insalubridade aos profissionais que atuam nas urgências. Não há quem não se choque com os pacientes no chão, humilhados, a crise envolve a ausência de inúmeros fatores. Recomendações – Após o seminário, a Comissão recomendará ao Executivo Federal que, dentre outras providências, adote efetivamente a Política Nacional de Atenção às Urgências, ampliando a participação no financiamento do SUS; amplie a abrangência do programa ‘SOS Emergência’, para incluir todos os serviços públicos do país; e fortaleça os sistemas de referência e contra referência e a informatização dos serviços, para que estes se dediquem aos casos realmente urgentes. Relatório aponta falta de verbas como principal causa do caos na saúde De acordo com o texto, a falta de verbas para o setor de saúde, o chamado subfinanciamento, é um dos principais motivos dos problemas dos serviços de atendimento de urgência e emergência. Segundo parlamentares, em média, apenas 10% do dinheiro que é aprovado para a área de saúde no Orçamento da União é efetivamente gasto. NOTA RÁPIDA: Dia 04 de dezembro, acontecerá a reunião do Conselho Deliberativo da FENAM em São Paulo/SP. Dias 05 e 06 de dezembro, será realizado a Reunião da CNTU em São Paulo/SP, representantes do SIMED/PB Dra Maria das Neves Guedes e Dra. Rozevânia Rimá.